Esta é uma machina photographica da R.A. Goldmann - Fabrik Photogr. Apparate, produzida em Viena, na Áustria em 1858, há 150 anos atrás. Bem antes dos italianos chegarem ao Brasil.

Fragmentos do tempo que o vento não apagou

Germano Schüür nasceu nesta centenária cidade do planalto gaúcho. Dos seus antigos habitantes índios guaranis, espanhóis, negros africanos, jesuítas, bandeirantes portugueses e imigrantes alemães e italianos, o resultado foi o desenvolvimento desta cidade eclética e original, num pedaço de chão que já foi a porta de entrada da região missioneira.

Os quase dois séculos de história da cidade de Érico Veríssimo, estão presentes nas centenas de casarões antigos que, com os mais variados traços arquitetônicos, evidenciam todas estas etnias que colonizaram o município.

Numa homenagem à sua terra natal,
Germano Schüür resgata com sua câmara fotográfica alguns ícones presentes em sua memória e que o remetem à sua infância e juventude, repletas de belas lembranças e saudades.

Estação Ferroviária, Velhas Locomotivas, Caixa D'Água, Monumento de Fátima, Catedral, Loja Maçônica, Casarões da Maurity, General Câmara, General Osório e General Portinho, e alguns detalhes da bela arquitetura da Prefeitura Municipal são para Germano,
fragmentos do tempo que o vento não apagou.

Projeto Fotográfico de Germano Schüür
Apoio: Arquiteto Luiz Eduardo Reck

 
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